La colonialidad del conocimiento/ser en el currículo de la escuela secundaria: desafíos de la enseñanza en la Amazonas Acreana
DOI:
https://doi.org/10.18764/2358-4319v17n3.2024.49Palabras clave:
Colonialidad del saber/ser, plan de estudios de la escuela secundaria, Acre AmazonasResumen
Este estudio tiene como objetivo responder al siguiente problema: qué elementos de colonialidad del saber/ser aparecen en el Currículo de la Escuela Secundaria del Acre Amazónico? En este sentido, el objetivo de esta investigación es analizar la presencia/ausencia de la colonialidad del saber/ser del Estado de Acre a partir del Currículo Único de Referencia de Acre – CURA en la Educación Secundaria – E.M. Para lograr este objetivo, realizamos una investigación documental y bibliográfica centrada en las categorías de colonialidad del poder y cotidianidad escolar utilizando los textos de Quijano (2005) como referente teórico-metodológico de análisis; Álves (2003) y las Directrices Curriculares del Acre (CURA) con énfasis en las epistemologías que subyacen y sustentan la construcción de este documento respecto de la presencia/ausencia de elementos de colonialidad del saber/ser y señalan cómo estos pueden manifestarse. en posibles prácticas curriculares en la E.S. Así, este trabajo se organiza en tres apartados temáticos, que son: 1) La colonialidad del saber/ser y sus relaciones con la organización curricular de la escuela basada en CURA; 2) Rutinas escolares y prácticas docentes emancipadoras para una educación escolar popular y no hegemónica; y, finalmente, 3) Prácticas curriculares cotidianas y colonialidad del saber/ser en la escuela secundaria: los desafíos de la enseñanza en la Amazonía acre y una postura crítico-descolonial. El estudio señala que hay elementos de colonialidad del saber/ser que aparecen, aunque implícitamente, en las configuraciones de la organización curricular de la Escuela Secundaria en el Acre Amazónico y propone, como posible alternativa para desenredarse de estas relaciones coloniales y de la desafíos impuestos por ellos, una postura crítico-descolonial en las prácticas educativas cotidianas de los docentes en la escuela.
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