La trampa de la Reforma de la Enseñanza Secundaria para homogeneizar el curriculum y singularizar a los jóvenes
DOI:
https://doi.org/10.18764/2358-4319v17n3.2024.40Palabras clave:
reforma de la enseñanza secundaria, curriculum, juventudResumen
Las reformas curriculares, presentadas como soluciones a los problemas educativos, enmascaran su impacto real en la educación de los jóvenes, silenciando sus voces y marginando sus experiencias. En el intrincado escenario de la enseñanza secundaria brasileña se libra una batalla discursiva, enmascarada bajo el velo de la modernidad y la transformación. Estos discursos, en su búsqueda de hegemonía, pretenden reconfigurar las relaciones de poder y las prácticas pedagógicas, pero ocultan las contradicciones y los impactos reales de estas reformas en la educación de los jóvenes. Como contrapunto a esta visión hegemónica, proponemos una reflexión sobre la producción curricular de la enseñanza media, develando las complejas tramas de poder que entrelazan el currículo y las experiencias de los jóvenes. Adoptando una postura postestructuralista y postfundacional, cuestionamos las verdades universales y las estructuras fijas que sustentan la narrativa oficial, reconociendo el currículo como un mosaico discursivo en constante mutación, permeado por disputas sobre significados y relaciones de poder. A través de esta lente analítica, entendemos a los jóvenes no como meros receptores pasivos del currículo, sino como agentes activos en la construcción de sus propios conocimientos e identidades. Las reformas curriculares, en su afán por homogeneizar el conocimiento, ignoran la pluralidad de la juventud brasileña, silenciando sus voces y reprimiendo sus resistencias. En oposición a esta lógica homogeneizadora, este estudio celebra la diversidad de los jóvenes como fuente de riqueza y transformación social. La juventud, en su fluidez y constante reconfiguración, reinventa los currículos, tejiendo sus propias narrativas y construyendo conocimientos que trascienden los límites de la escuela.
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