Ensino fundamental de 9 (nove) anos: a universalização do acesso, a permanência qualitativa na escola e as contradições do processo de implantação em São Luís
DOI:
https://doi.org/10.18764/Parole chiave:
Política de educação, Ensino fundamental de nove anos, Permanência qualitativa.Abstract
A presente dissertação, intitulada ‘Ensino Fundamental de 9 (nove) anos: a universalização do acesso, a permanência qualitativa na escola e as contradições do processo de implantação em São Luís’, inscrevese no grupo de pesquisa Política de Educação Básica do Mestrado em Educação, da Universidade Federal do Maranhão. Partindo do contextoeducacional brasileiro, a pesquisa debate a Política de Ampliação
do Ensino Fundamental para 9(nove) anos, que incluiu as crianças
de 6(seis) anos no ensino obrigatório. O objetivo geral consiste em investigar o processo de implantação dessa política na Secretaria Municipal de Educação (SEMED), tomando como eixo referencial o trato às políticas públicas de educação no contexto da reforma do Estado. Os objetivos específi cos consistem em identifi car as principais demandas e desafi os enfrentados pela rede municipal de ensino, bem como analisar as concepções que os profi ssionais têm a respeito dessa política. O compêndio normativo, em especial a Constituição Federal, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e a Lei nº 11.274/2006, que amplia para nove anos o ensino fundamental de oito, bem como o acervo bibliográfi co em especial dos autores: Cury (1995); Abádia (2002) e Shiroma (2000) nos ajudaram neste estudo. O questionário para a coleta de dados foi organizado a partir de duas categorias centrais: concepção da política de ampliação do ensino fundamental para 9(nove) anos e concepção sobre o processo de implantação dessa política na SEMED. Os sujeitos da pesquisa foram os profi ssionais e ex-profi ssionais da rede: coordenadores, professores, formadores de professores,
superintendentes e dirigentes. As análises realizadas apontam que a Política de Ampliação do Ensino Fundamental para 9 (nove) anos na SEMED inscreve-se no projeto maior de fomento das políticas públicas de educação nacional. Portanto, como um desdobramento local da política nacional não contemplou efetivamente os princípios democráticos para a garantia da permanência qualitativa dos alunos do ciclo da infância, na
escola de nove anos. Revisão da matriz curricular, redimensionamento da política de formação continuada, garantia de condições estruturais e físicas das escolas são alguns dos desafi os a serem enfrentados pela SEMED no processo de reconhecimento do direito à educação. O estudo revela ainda o alto nível de comprometimento de seus profi ssionais na
busca de concretizar um projeto educacional capaz de resgatar a dívida social com os alunos de (seis) anos e, também, com todos os alunos ingressos no ensino fundamental.
Palavras-chave: Política de educação. Ensino fundamental de nove
anos. Permanência qualitativa.
Downloads
I dati di download non sono ancora disponibili.
Downloads
Come citare
LEAL, Maria do Perpetuo Socorro Lima.
Ensino fundamental de 9 (nove) anos: a universalização do acesso, a permanência qualitativa na escola e as contradições do processo de implantação em São Luís
. Revista Educação e Emancipação, p. p.195–196, 28 gen. 2015 Disponível em: https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/reducacaoemancipacao/article/view/3318. Acesso em: 11 feb. 2026.Fascicolo
Sezione
Resumos de Dissertações
Licenza
Declaração de Responsabilidade e Transferência de Direitos Autorais
Como condição para a submissão, os autores devem declarar a autoria do trabalho e concordar com o Termo de Transferência de Direitos Autorais, marcando a caixa de seleção após a leitura das cláusulas):
- Certifico que participei da elaboração deste trabalho;
- Não omitir qualquer ligação ou acordo de financiamento entre os autores e instituições ou empresas que possam ter interesses na publicação desse trabalho;
- Certifico que o texto é original isento de compilação, em parte ou na íntegra, de minha autoria ou de outro (os) autor (es);
- Certifico que o texto não foi enviado a outra revista (impressa ou eletrônica) e não o será enquanto estiver sendo analisado e com a possibilidade de sua publicação pela Revista Educação e Emancipação;
- Transfiro os direitos autorais do trabalho submetido à Revista Educação e Emancipação, comprometendo-me a não reproduzir o texto, total ou parcialmente, em qualquer meio de divulgação, impresso ou eletrônico, sem que a prévia autorização seja solicitada por escrito à Revista Educação e Emancipação e esta a conceda.

Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.










