SCHOPENHAUER E NIETZSCHE: DO DUALISMO METAFÍSICO AO PRINCÍPIO DA UNIDADE-MÚLTIPLA

Autores

  • Luiz Carlos Mariano da Rosa Espaço Politikón Zôon – Educação, Arte e Cultura, Brasil.

Resumo

Perfazendo a primeira filosofia existencial trágica, a doutrina de Schopenhauer atribui a origem do caráter simultaneamente trágico, absurdo e doloroso da existência ao querer viver, implicando um pessimismo que impõe à felicidade uma condição negativa, à medida que o sofrimento emerge como o fundamento de toda a vida, constituindo-se o prazer estético uma possibilidade quanto à superação da dor e do tédio, conforme assinala o artigo cujo trabalho mostra a correlação envolvendo a perspectiva da metafísica da vontade e o pensamento de Nietzsche que, detendo-se no niilismo como um acontecimento que expressa a negação da vida e converge para a sua própria superação, sobrepõe ao dualismo metafísico o princípio da unidade-múltipla através da construção da sua metafisica de artista, que supõe um movimento da consciência ética para o pathos artístico.

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Biografia do Autor

Luiz Carlos Mariano da Rosa, Espaço Politikón Zôon – Educação, Arte e Cultura, Brasil.

- Escritor, poeta e ensaísta, letrista e articulista;

- Teórico da Educação e Filósofo Político;

- Autor de O Todo Essencial, Universitária Editora, Lisboa, Portugal;

- Graduado em Filosofia pelo Centro Universitário Claretiano (CEUCLAR/SP) e Pós-Graduado em Filosofia pela Universidade Gama Filho (UGF/RJ);

- Professor-Pesquisador e Filósofo-Educador no Espaço Politikón Zôon - Educação, Arte e Cultura.

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Publicado

2014-12-31

Como Citar

Mariano da Rosa, L. C. (2014). SCHOPENHAUER E NIETZSCHE: DO DUALISMO METAFÍSICO AO PRINCÍPIO DA UNIDADE-MÚLTIPLA. Revista Húmus, 4(12). Recuperado de http://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/revistahumus/article/view/2844