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  • II SEMINÁRIO INTERNACIONAL - IV SEMINÁRIO NACIONAL E VI SEMINÁRIO REGIONAL SOBRE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL

    2022-07-04

    Prezado(a) Senhor(a)

    Saudações. Desde o ano de 2016 o Programa Stricto Sensu  em Desenvolvimento Regional da Universidade do Contestado  organiza evento com objetivo de discutir a relação entre Educação e Desenvolvimento Regional.  Neste ano de 2022, realizaremos o II Seminário Internacional; IV Seminário Nacional e VI Seminário Regional sobre Educação e Desenvolvimento Regional. Convido a participar inscrevendo trabalhos e/ou estimulando estudantes a fazê-los, os quais serão apresentados online.  PRORROGAMOS O PRAZO PARA SUBMISSÃO ATÉ 11 DE JULHO. Divulgo também o  Edital para proposição de Oficinas, as quais também serão online. Finalizando, peço a colaboração divulgado este material entre seus colegas pesquisadores e alunos da pós-graduação, desta e de outras instituições de ensino superior.

    Evento gratuito sem cobrança de taxas.

    Link com informações do evento: https://inscricoes.unc.br/inscricoes/?ID=2462

    Link inscrição de trabalhos: https://portalpesquisa.unc.br/inscricoes/?ID=28

    Em havendo dificuldades para inscrição de trabalhos via o link, pode enviá-lo pelo e-mail: siedr@unc.br

    Fico à disposição para esclarecer dúvidas.

    Atenciosamente

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  • RELATO: imparcialidade ou censura?

    2022-07-04

    Prezada comunidade universitária!

     

    Neste sábado, 02/06/2022, 17 horas, tive o prazer de participar da 18ª edição da Feira do Livro em Tramandaí/RS.

     

    Primeiramente gostaria de agradecer pelo convite e pela recepção da Ananda, bibliotecária do Campus do Litoral Norte da UFRGS.

     

    Todavia, gostaria de realizar um breve relato da experiência, na tentativa de refletir sobre a forma como foi organizada a atividade cultural que poderia ser enquadrada como extensão universitária.

     

    O tema escolhido foi: PRAZER E DOR NA ATIVIDADE DOCENTE.

     

    Ao ser convidado a falar constatei a ausência de público enquanto os organizadores da feira estavam desmontando os stands e equipamentos.Minha intervenção feita a Ananda foi clara: se não houver público, não tem encontro.

     

    Solicitei a Ananda que falasse ao microfone e chamasse o público para o encontro, que tinha sido previamente agendado comigo.

     

    Ananda me informou, em um primeiro momento, sobre a divulgação prévia nas redes sociais, pois não podemos divulgar as atividades da UFRGS Litoral na Feira do Livro uma vez que fomos orientados a tirar os perfis institucionais temporariamente do ar no período eleitoral (2/7 a 30/10).

     

    Eu não entendi e não tenho a mesma interpretação legal desta portaria.

     

    Compreendo que devido ao dever de imparcialidade que todas instituições públicas devem ter é vedada a divulgação e propaganda eleitoral.

     

    No entanto, atividades culturais, de extensão e científicas são vedadas a divulgação?

     

    Isto não faz sentido para mim. Fere a liberdade de expressão.

     

    Uma vez que o conceito de Ciência que temos desde Descartes e Husserl deve ser sempre a busca e compromisso constante por uma atividade não ideológica, cética e metódica, mas antes tudo deve ser apresentada com suspensão de juízo.

     

    No entanto, em segundo momento, Ananda falou ao microfone e anunciou a atividade, mesmo com os stands e equipamentos sendo desmontados.

     

    Eu vim de Porto Alegre, voluntariamente, com meus próprios recursos, trouxe uma caixa de livros de Literatura, Psicanálise e Filosofia e alguns publicados pela Academia de Letras de São Paulo, na qual fiz parte como correspondente ocupando a cadeira Oswald de Andrade.  

     

    Sinceramente me senti constrangido, pois meu esforço era que a Universidade em conjunto com os organizadores da Feira, divulgasse a atividade e assim pudéssemos criar um espaço de diálogo com professores, alunos do município e a Universidade.

     

    Ironicamente, na Feira estava sendo distribuído uma edição do Jornal ABC dos dias 2 e 3 de julho do corrente ano.

     

    Nele tem uma matéria de 2 páginas, argumentando e informando de que está havendo um apagão de professores do ensino médio e básico, em especial no Litoral Norte, principalmente professores de português, matemática e exatas. Inclusive falando da necessidade da criação de cursos interdisciplinares em Ciências Naturais para suprir tal demanda.

     

    E porque faltam professores? Segundo a matéria são vários os fatores: a) Envelhecimento dos professores; b) Problemas sérios na formação e principalmente c) FALTA DE RECONHECIMENTO SOCIAL DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA E MÉDIA.

     

    Reconhecimento não se mede apenas pelo caráter econômico, mas também por palavras e sentimentos de seus colegas, administração, gestores, etc. de que seu trabalho está sendo bem feito, que pode se expressar através de um jargão muito pronunciado pelos norte-americanos: Good Job!

     

    O não reconhecimento do esforço empreendido pela atividade docente é a principal origem do sofrimento psíquico na Educação. E como podemos diminuir este sofrimento? Dando sentido ao trabalho docente realizado pelos  professores. Divulgando seu trabalho em nossa comunidade acadêmica, para que professores e discentes se façam presentes nas atividades realizadas, ou seja, dialogar e criar espaços para o pleno exercício da liberdade de consciência.

     

    Para minha surpresa, a Secretária de Educação de Tramandaí se aproxima e se senta. Estava acompanhada por seus pais e mais 10 pessoas. Por fim, acabamos por realizar a atividade que foi muito prazerosa e satisfatória.

     

    O que começou com o constrangimento terminou com um espaço de diálogo criado entre a Secretária de Educação e os envolvidos das atividades que tinha sido proposta inicialmente.

     

    Lembro: sem público, não há evento. Para que haja diálogo, a comunidade, acadêmica ou não, precisa estar disposta ao diálogo.

     

    Afinal uma das características da modernidade, não podemos esquecer que estamos completando 100 anos do movimento artístico e literário brasileiro, é a busca pelo reconhecimento individual e social. 

     

    O Homem moderno se realiza através de seu trabalho, é espiritual, como diria Hegel.

     

    Pergunto: qual o propósito de que  atividades culturais, de extensão e científicas serem vedadas e divulgadas no período eleitoral?

     

    Grato pela atenção,  prof. Wellington

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  • Na batalha de sempre da reflexão crítica e da sobrevivência material

    2022-06-30

    Antônio Risério lecionará em quatro encontros - ENTRE JULHO E AGOSTO

    AOS SÁBADOS ÀS DEZ DA MANHÃ.

    DIAS 16, 23 E 30 DE JULHO E DIA 6 DE AGOSTO.

    OS QUATRO TEMAS DOS ENCONTROS:

    COMO ESTAMOS NA FOTO?

    (quatro retratos desses nossos tempos trevosos)

    1. CAPITALISMO DE OLHO VIVO

    Estamos vendo Giselle Bündchen, em anúncio na televisão, posando de embaixadora de uma empresa do movimento ESG. O que é mesmo que isso quer dizer? O capitalismo ou o mercado, como queiram, partiu para abraçar causas identitárias, sociais e ambientais, a fim de livrar a própria cara e continuar lucrando. O assunto já vem sendo analisado e discutido por quem se ocupa de economia, política, mudança climática, etc. No ano passado, por exemplo, Stephen R. Soukup trouxe à luz o seu livro THE DICTATORSHIP OF WOKW CAPITAL: HOW POLITICAL CORRECTNESS CAPTURED BIG BUSINESS, ainda não traduzido para o português. Vamos conversar sobre isso: capitalismo politicamente correto ou capitalismo “lacrador”. E como o movimento ESG está enquadrando o mundo empresarial.


    2. DO LUGAR DE CULPA AO LUGAR DE FALA


    A mídia – ou, mais precisamente, a elite midiática brasileira – vem há tempos fazendo de tudo para exorcizar a grande culpa que carrega por ter aderido com entusiasmo ao golpe militar de 1964 e à ditadura que então foi imposta ao país. Exemplos disso são o jornal Folha de S. Paulo e a Rede Globo de Televisão. A Folha começou a se redimir com seu apoio à campanha das “diretas já”. A Globo tentou negar que o movimento existia. Hoje, ambos adotam a estratégia imposta pelo imperialismo cultural norte-americano na base do politicamente correto e das pautas identitárias. Nesse caminho, capricham em práticas antijornalísticas de manipular e fraudar informações.


    3. MOVIMENTO NEGRO É MOVIMENTO POLÍTICO


    O ex-radical islâmico Maajid Nawaz foi ao ponto: “Ao contrário dos protestos estudantis da década de 1960, ao usar a religião e o multiculturalismo como fachada, levamos um léxico totalmente novo para a mesa de discussões. Apresentávamos de forma consciente exigências políticas disfarçadas de religião e multiculturalismo e dávamos o rótulo de racismo e intolerância a qualquer objeção às nossas exigências”. É daqui que vou partir. Porque tendo a considerar que os movimentos negros são principalmente um movimento político. Ou um movimento político que se disfarça de movimento social, recorrendo ao expediente de misturar cor da pele, identidade cultural, reivindicações sociais e ideologia. Exposto o tema, vamos ver uma aplicação prática no sistema educacional: o cancelamento de matrículas de pardos por tribunais raciais.


    4. UM DEMÔNIO CHAMADO “OCIDENTE”


    A moda agora é culpar o Ocidente por todos os males da humanidade. De repente, todos os demais povos e lugares do mundo são idealizados em termos angelicais, ao tempo em que o Ocidente é acusado de todos os crimes. Curiosamente, nenhuma civilização pensou e escreveu tão devastadoramente sobre si mesma quanto o Ocidente. É uma disposição às vezes até masoquista para a autocrítica, enquanto a China, o mundo árabe ou a África Negra, por exemplo, negam todos os seus pecados – os de ontem e os de hoje. Vamos apreciar criticamente esse panorama, mostrando que não existem povos-anjos e povos-demônios. "

     

    Prof. Dr. Antônio Risério

     

    Antonio Risério (SalvadorBahia21 de novembro de 1953)[1] é um antropólogopoetaensaísta e historiador brasileiro. Em 1995, obteve sua formação em antropologia pela Universidade Federal da Bahia. Por alguns anos, trabalhou no setor cultural até ser exonerado. Em seguida, participou das campanhas políticas dos petistas Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

    Antonio Risério ocasionalmente contribui como colunista a jornais brasileiros.

    Inscreva-se: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfFdOrjU2rcQGMWIuDRydsWrplYN48nsIHa94Kfm2ebvuwXVA/viewform

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  • O que é objeção de consciência?

    2022-06-13

    "Como já definiu o professor Mário Antonio Sanches: “A objeção de consciência é direito da pessoa e salvaguarda princípios morais inalienáveis: o respeito à autonomia plena e consciente da pessoa e a sua liberdade”. Um artigo do doutor em Direito José Carlos Buzanello organiza a objeção de consciência em oito classificações: ao serviço militar, de consciência religiosa, ao exercício profissional, à obrigação sanitária e tratamento médico, à obrigação de doação de órgãos, ao aborto, ao trabalho no sábado e de consciência eleitoral."

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  • III Congresso Brasileiro Interdisciplinar em Ciência e Tecnologia

    2022-06-13

    Olá, comunidade acadêmica, 

    É com grande satisfação que lhe convidamos para o III Congresso Brasileiro Interdisciplinar em Ciência e Tecnologia – CoBICET

    O congresso nasceu em 2020, durante a pandemia, em resposta aos anseios de estudantes, docentes, coordenadores e demais colaboradores dos Bacharéis Interdisciplinares (BIs) da área de Ciência e Tecnologia. 

    Este evento objetiva: atualizar estudantes e profissionais; promover a integração entre desenvolvimento tecnológico-científico e inovações do mercado profissional; divulgar trabalhos científicos; e estimular a participação de jovens pesquisadores. 

    O tema do III CoBICET é: "15 anos de BIs e LIs: retrospectiva, resistência e futuro". Portanto, pretendemos abordar progressivamente os temas relacionados a Ciência e Tecnologia, promovendo debates e reflexões importantes para a área. 

    Este ano, temos conosco representantes de 15 Bis e Lis de 21 universidades do Brasil e outros cursos apoiadores na organização. Além de palestras, minicursos e submissões de trabalhos, o congresso acrescentará com muitas novidades! 

     O evento ocorrerá totalmente online entre os dias 29 de agosto e 02 de setembro de 2022

    Faça sua inscrição clicando aqui e fique por dentro de tudo através de nossas redes sociais! 

    Link para inscrição: https://www.even3.com.br/cobicet2022/


    Cordialmente,
    III CoBICET
    contato.cobicet@gmail.com

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  • Como o Estado criou uma bolha no ensino superior dos EUA e o que isso tem a ver com o Brasil!

    2022-06-09

    1,7 trilhão de dólares. Pouco mais do que o PIB do Brasil ao longo do ano de 2021. Este é o valor da dívida que cerca de 44 milhões de americanos têm, juntos, com o governo dos Estados Unidos. Trata-se, majoritariamente, de jovens e adultos que cursaram o ensino superior na última década; graduados, mestres e doutores que fizeram empréstimos que chegam à casa dos 50 mil dólares por seus títulos, não encontraram espaço no mercado de trabalho e não têm ideia de como vão pagar a dívida. E o que nós, brasileiros, temos a ver com isso? Bem, você certamente conhece um mestre, um doutor, alguém com inúmeras especializações e pós-graduações que acabou nos empregos informais. Trata-se de uma triste realidade que envolve a crise econômica generalizada, mas não deixa de pôr em cheque o papel do ensino superior.

    Com oito das dez melhores universidades elencadas entre as melhores do mundo em 2022, os Estados Unidos são, há décadas, referência internacional em ensino superior – um sistema cujas joias da coroa são representadas pela Ivy League, a liga que reúne, entre outras instituições, as celebradas Harvard, Yale e Columbia. Diferentemente do Brasil, as grandes universidades americanas, bem como faculdades de médio e pequeno porte, são majoritariamente particulares: as bolsas são concedidas, em teoria, por mérito, enquanto o restante dos estudantes deve arcar com os custos do curso escolhido. Uma engrenagem simples e eficiente que, em menos de duas décadas, graças a uma mistura de má gestão e ideologia, se transformou em uma bola de neve econômica que não para de crescer.

     

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  • PROFESSOR DE FACULDADE PRIVADA: classe em extinção?

    2022-06-08

    Turbinadas por subsídio estatal, instituições são engolidas por conglomerados. Pandemia foi “oportunidade” de abrir a porteira à EaD, salas imensas e avaliações automatizadas. O educador é descartável – e submetido ao vale tudo trabalhista. Consultem a matéria completa: Fonte: https://outraspalavras.net/outrasmidias/professor-de-faculdade-privada-categoria-em-extincao/

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  • IV SEMINÁRIO NACIONAL - VI SEMINÁRIO REGIONAL SOBRE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL: Seminário Internacional sobre Educação e Desenvolvimento Regional

    2022-05-24

    Prezado(a) Senhor(a)

     

    Solicito a gentileza de divulgar para docentes, estudantes e egressos do Programa Stricto Sensu e interessados.

     

    Maiores informações sobre inscrição, submissão de trabalhos, acesse o endereço:  https://inscricoes.unc.br/inscricoes/?ID=2462

     

    A apresentação de trabalhos ocorrerá de forma online

     

    Agradeço a colaboração

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  • ENTREVISTA COM ZIGMUNT BAUMAN: Por Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke

    2013-10-18

    Nesta entrevista, o sociólogo Zygmunt Bauman reflete sobre vários aspectos da "sociologia humanística" que pratica e também sobre momentos memoráveis de sua trajetória, desde a Polônia comunista até a Inglaterra neo-liberal de Tony Blair. 

    Link:http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-20702004000100015&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

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  • Lojas são alívio a curto prazo, diz sociólogo Zigmunt Bauman

    2013-10-11

    É difícil falar sobre características da contemporaneidade, das transformações culturais e do universo do consumo permeado por projeções e distorções sem citar o nome do sociólogo polonês Zigmunt Bauman, professor emérito das universidades de Leeds e Varsóvia. Com quase 60 livros publicados, 32 deles no Brasil, o pensador se tornou uma referência em dissertações, teses e reflexões nas variadas áreas das ciências humanas: há mais de uma década, a ideia de “liquidez” das relações, apresentada por ele, incorporou-se à linguagem de psicólogos, psicanalistas, educadores, filósofos e antropólogos. Em sua obra mais recente, A cultura no mundo líquido moderno (Zahar), com lançamento previsto para este mês, o pensador – que completa 88 anos dia 19 de novembro – retoma o tema das relações voláteis, detendo-se em perspectivas históricas da cultura. 

    Na entrevista a seguir, Bauman fala a respeito de frustrações, tédio e do que chama de “substitutos de satisfação”: “Viagens oferecem fuga e descanso momentâneo; no entanto, por mais que nos aventuremos pelo mundo das compras ou façamos viagens exóticas, aquilo que procuramos continuará ausente”. Confira:

     

    http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/-lojas_vendem_alivio__a_curto_prazo-.html

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  • New SEJ Paper by Zygmunt Bauman

    2013-10-04

    Caros leitores,

    Estamos muito felizes em anunciar a publicação de SEJ Ocasional Paper No. 2 em cooperação com the Friedrich-Ebert-Stiftung Polônia.

    Neste paper ocasional, renomado pensador europeu Zygmunt Bauman olha para os 150 anos da social-democracia na Alemanha e discute os problemas contemporâneos sociais-democratas na Europa.

    Link:http://www.social-europe.eu/wp-content/uploads/2013/10/OccPap2.pdf

    Os melhores cumprimentos

    A Equipe SEJ

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