Potencial de la neurotecnología para el voto de personas tetrapléjicas como instrumento de emancipación humana
DOI:
https://doi.org/10.18764/2358-4319v18e28097Palabras clave:
justicia electoral, tecnología de asistencia, emancipación humanaResumen
Garantizar la inclusión y la accesibilidad a los servicios públicos que prestan las instituciones es esencial para promover los valores de igualdad y democracia, especialmente en el ámbito electoral. Para garantizar la participación de todos en el proceso electoral, el Tribunal Electoral ha buscado vías de accesibilidad. Por lo tanto, nuestro objetivo es emplear tecnología de asistencia para que las personas tetrapléjicas puedan acceder al proceso electoral, promoviendo así su emancipación. En este sentido, esta investigación pretende mostrar nuestro trabajo en tecnología de asistencia con personas tetrapléjicas, destacando el desarrollo de su potencial. Se basa en la neurotecnología, como tecnología de asistencia que promueve la autonomía de estas personas para que puedan participar en el proceso electoral, y también se fundamenta en el concepto de emancipación humana del pensamiento de Theodor Adorno, ya que promover esta autonomía también conduce a la emancipación de estos sujetos, una teoría que buscamos en el filósofo mencionado. El uso de esta tecnología de asistencia forma parte de nuestra investigación doctoral en Educación en la Universidad Federal de Ceará (UFC) y se está desarrollando para su aplicación por el tribunal electoral en futuras elecciones. Para ello, se utilizó la investigación-acción, con un enfoque cualitativo y el método dialéctico, dando como resultado el desarrollo de un prototipo de tecnología de asistencia basada en neurotecnología no invasiva que permite a una persona tetrapléjica votar, seleccionando los números correspondientes a los candidatos en la elección, a través de sus ondas cerebrales, simplemente parpadeando, promoviendo su emancipación humana.
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