Violencia simbólica: la escuela frente a las demarcaciones de género y la violencia contra la mujer desde las perspectivas del empirismo, el racionalismo y el criticismo

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.18764/2358-4319v19e28244

Palabras clave:

epistemología, género, escuela

Resumen

Este estudio, de carácter bibliográfico, investiga cómo el empirismo, el racionalismo y el criticismo contribuyen al análisis de la violencia simbólica de género en el entorno escolar. El objetivo fue discutir, a partir de la epistemología, cómo estas corrientes filosóficas fundamentan diferentes métodos de investigación y permiten comprender las prácticas y los discursos presentes en la escuela. El empirismo permite identificar, mediante la observación, situaciones cotidianas que refuerzan las desigualdades entre niños y niñas. El racionalismo cartesiano, al valorar la razón, pone de manifiesto la lógica que sustenta las normas sociales y culturales que naturalizan los comportamientos discriminatorios. Por su parte, el criticismo kantiano destaca la interacción entre el sujeto y la realidad, resaltando la escuela como espacio de reproducción y transformación de los valores sociales. La discusión señala que la violencia simbólica de género es estructural y exige de la institución escolar una postura crítica orientada a problematizar los estereotipos y promover la igualdad.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Marília Luana Pinheiro de Paiva, Universidade Estadual de Ponta Grossa

Mestre em Ciências Sociais e Doutoranda no Programa de pós graduação em Educação pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).

Marcela Teixeira Godoy, Universidade Estadual de Ponta Grossa

Doutorado e Estágio Pós Doutoral em Ensino de Ciências e Educação Matemática pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Líder do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Científica (CNPq). Professora Associada do Departamento de Biologia e do Curso de Pós Graduação em Educação da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).

Citas

BRASIL. Lei nº 14.164, de 10 de junho de 2021. Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, para incluir conteúdo sobre a prevenção da violência contra a mulher nos currículos da educação básica, e institui a Semana Escolar de Combate à Violência contra a Mulher. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 11 jun. 2021. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2021/lei/L14164.htm. Acesso em: 30 set. 2025.

GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008.

GUINSBURG, Jacó; PRADO JUNIOR, Bento; CUNHA, Newton; GUINSBURG, Gita Kukavka. Descartes: obras escolhidas. São Paulo: Perspectiva, 2010.

HEGENBERG, Lilian. Conhecimento científico: o debate contemporâneo. São Paulo: Loyola, 1995.

HOOKS, Bell. Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2017.

HOOKS, Bell. Erguer a voz: pensar como feminista, pensar como negra. São Paulo: Editora Elefante, 2019.

KANT, Immanuel. Crítica da razão pura. São Paulo: Martin Claret, 2005.

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2017.

MOTOYAMA, Shozo. Bacon e a lógica do desenvolvimento científico. Revista de História, São Paulo, v. 46, n. 94, p. 535–548, jun. 1973. DOI: 10.11606/issn.2316-9141.rh.1973.132009. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/revhistoria/article/view/132009. Acesso em: 14 ago. 2025.

SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 24. ed. São Paulo: Cortez, 2017.

TARNAS, Richard. A revolução filosófica. In: TARNAS, Richard. A epopeia do pensamento ocidental: para compreender as ideias que moldaram nossa visão de mundo. 3ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011.

Publicado

2026-01-08

Cómo citar

PAIVA, Marília Luana Pinheiro de; GODOY, Marcela Teixeira.
Violencia simbólica: la escuela frente a las demarcaciones de género y la violencia contra la mujer desde las perspectivas del empirismo, el racionalismo y el criticismo
. Revista Educação e Emancipação, v. 19, p. e–28244, 8 ene. 2026 Disponível em: https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/reducacaoemancipacao/article/view/28244. Acesso em: 19 feb. 2026.