La reproducción contemporánea: el papel y los límites de la educación superior
DOI:
https://doi.org/10.18764/2358-4319v18e23091Palabras clave:
educación superior, mobilidad social, reproducciónResumen
La sociedad ha experimentado transformaciones significativas, especialmente debido a las tecnologías digitales. En este sentido, resultan preocupantes los recientes índices de disminución en la demanda de la educación superior, vinculados al aumento exponencial en la búsqueda de cursos a distancia. En el caso de las universidades públicas, el panorama es alarmante, con aulas de distintos programas cada vez más vacías. Con el fin de reflexionar sobre este fenómeno, el presente texto se configura como un ensayo teórico que retoma aportes fundamentales, especialmente de la teoría bourdieusiana, en lo que respecta al papel de la escuela como reproductora del orden social. El objetivo se trata de discutir lo papel y los límites de la educación superior. En términos metodológicos, se realizó una revisión narrativa de la literatura, recuperando contribuciones de diversos autores, en particular de Pierre Bourdieu. Se discuten las tendencias de desburocratización y flexibilización propias del capitalismo contemporáneo. Asimismo, se propone un análisis de la denominada ideología del emprendimiento, con el objetivo de evidenciarla como una especie de sucesora del antes prometido ideal de movilidad social asociado a la educación superior. Se concluye que resulta imprescindible (re)pensar las características histórico-sociales actuales, relacionándolas con los papeles y los límites de la educación institucionalizada. Lejos de cuestionar la importancia de la universidad, se propone una reflexión sobre su alineación frente a una sociedad cada vez más flexible, volátil y carente de pensamiento crítico.
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