La “nueva” escuela secundaria y Nietzsche
dos concepciones antagónicas de la educación al servicio de la vida
DOI:
https://doi.org/10.18764/2358-4319v15n2.2022.19Palabras clave:
reforma de la escuela secundaria, vida, NietzscheResumen
Uno de los argumentos más utilizados por el gobierno federal para justificar la necesidad de la reforma de la educación secundaria es que, a partir de ahí, la educación estaría más enfocada en la vida de los estudiantes. Este argumento se basa en que se redujo la carga de trabajo común a todos los jóvenes y se posibilitó elegir “itinerarios formativos” según sus intereses y aspiraciones. Sin embargo, como han puesto de manifiesto diferentes investigadores en el campo de la educación, esta reforma sigue políticas y lineamientos neoliberales. En ese sentido, el objetivo del presente texto es mostrar que si la “nueva” escuela secundaria sirve más a la vida, la concepción de vida adoptada es de lógica neoliberal. Así, buscamos oponer una educación al servicio de la vida desde la filosofía de Friedrich Nietzsche, especialmente desde el discurso de Zaratustra “Sobre las tres transmutaciones del espíritu”. A partir de una metodología bibliográfica, un análisis de la legislación referente a la reforma y una crítica inmanente a la filosofía nietzscheana, se pretende mostrar que, a diferencia de la concepción reformadora, la educación concebida desde Nietzsche no está al servicio de la vida desde una concepción preestablecida de la vida, sino que sirve para llevar a los alumnos a establecer sus propios valores y su propio sentido de la vida.
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