Processo de tradução de identidades diaspóricas: possibilidade de produção de uma educação intercultural

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DOI:

https://doi.org/10.18764/2358-4319v18e26314

Palavras-chave:

africanidades, educação, descolonização

Resumo

Este artigo resulta em um debate sobre parte do doutorado em Educação realizado entre 2019 e 2022, no qual trabalhei com senegaleses que vivem em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. O objetivo foi traduzir trechos de diálogos realizados entre colaboradores da pesquisa e eu, amparados pelo referencial da intelectualidade afrodiaspórica, e, da interculturalidade crítica. A metodologia utilizada foi a cartografia sentimental de Rolnik (2016) e o pós-estruturalismo francês de Deleuze e Guattari (1995, 2011, 2011b, 2012, 2012b, 2012c). As fissuras produzidas a partir destas conversas, entrelaçadas pela discussão dos estudos pós-críticos, intencionam ser válidas para a produção de um conhecimento relacional, transgressor de metanarrativas sobre a história e o território, e, descolonial, na medida que o ensino e a aprendizagem acontecem através do protagonismo epistemológico de seres humanos negros, imigrantes nômades, muçulmanos, viajantes pós-modernos e donos de uma identidade descentrada e cosmopolita, sem deixar de transparecer uma sabedoria ancestral ativa e revigorante.

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Biografia do Autor

Silvana Colombelli Parra Sanches, IFMS

Doutora em Educação na linha Diversidade Cultural e Educação Indígena pela Universidade Católica Dom Bosco. Professora de Sociologia no Instituto Federal do Mato Grosso do Sul, campus de Nova Andradina. Integra o Grupo de Pesquisa Educação e interculturalidade/CNPq. 

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Publicado

2025-12-27

Como Citar

SANCHES, Silvana Colombelli Parra.
Processo de tradução de identidades diaspóricas: possibilidade de produção de uma educação intercultural
. Revista Educação e Emancipação, v. 18, p. e–26314, 27 Dez 2025 Disponível em: https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/reducacaoemancipacao/article/view/26314. Acesso em: 9 jan 2026.

Edição

Seção

Dossiê Temático