Pelas páginas da educação: o potencial estético-crítico da literatura
DOI:
https://doi.org/10.18764/2358-4319v19e28259%20Palavras-chave:
narrativas, autobiografia, ensinoResumo
O presente artigo busca debater sobre as possibilidades e contribuições do uso de intervenções artísticas, mais especificamente da narrativa literária e escrita de si, nas escolas, pensando um processo educativo que considere as relações escolares em todas as suas totalidades e complexidades, reconhecendo os sujeitos inseridos em seus espaços como sujeitos ativos, igualmente complexos, em seu processo formativo. Foi feita uma revisão bibliográfica que nos permitiu analisar como as narrativas literárias e as escritas autobiográficas podem potencializar o processo formativo desses sujeitos ao abrir possibilidades que os permitam não só contar as suas histórias, mas também serem lidos/ouvidos, possibilitando, com isso, um processo de reflexão pessoal e coletivo capaz de ampliar as possibilidades de formação. Como referenciais teóricos bases, usamos bell hooks (2013), Larrosa (2002), Freire (1997; 2022), Bourdieu (1992; 2006), entre outros autores, buscando apresentar como a literatura e a escrita autobiográfica podem servir como um valioso instrumento crítico-reflexivo.
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