Aspectos estéticos y políticos de la Educación Estética del Hombre de Schiller
DOI:
https://doi.org/10.18764/2675-8369v3n2e26721Palabras clave:
Educación estética, Política, SchillerResumen
Este artículo busca identificar y analizar los elementos que permiten que La educación estética del hombre de Friedrich Schiller se considere más que un simple ensayo sobre estética, sino también un manifiesto político. Para ello, se realizó una revisión bibliográfica de las obras mencionadas: Schiller (2002), y otras como Barbosa (2004); Gadamer (1997); Gadamer (2002), así como de algunos artículos que abordan el tema en cuestión. En conclusión, partiendo de la premisa de que la contextualización histórica es necesaria para comprender e interpretar un texto, y del concepto de Gadamer de Fusión de Horizontes, podemos observar que la obra ofrece respuestas
teóricas a los problemas políticos y sociales derivados de los ideales de la Ilustración y, en consecuencia, de la Revolución Francesa. De esta manera, también se configura como un manifiesto político del autor en respuesta a su insatisfacción con los acontecimientos políticos y sociales de su época.
Descargas
Citas
BARONI, Vivian; VENCI, Angelo Vitório. Uma tarefa para mais de um século: Schiller e os potenciais formativos da Educação Estética. Educação em Revista. Belo Horizonte. v.36. e20089, 2020.
BATISTA, Gustavo Silvano. Compreensão, Fusão de Horizontes e Filosofia Prática. Pensando – Revista de Filosofia. Vol. 6, Nº 12, 2015. ISSN 2178-843X.
BARBOSA, Ricardo. Schiller e a cultura estética. Rio de Janeiro: Zahar, 2004.
BARBOSA, Ricardo. Fragmentos de um “ateliê filosófico”. In: SCHILLER, Friedrich. Fragmentos das preleções: sobre Estética do semestre de inverno de 1792-93. Trad. Ricardo Barbosa: Belo Horizonte, 2004.
FERREIRA, Guilherme Kaiala Goulart. Cartas schillerianas: a conciliação entre e dimensão estética e a política. VI Seminário de Pós-Graduação em Filosofia da UFSCar. 20 a 24 de setembro de 2010. ISSN 2177-0417.
GADAMER, Hans-Goeorg. Verdade e Método. Trad. Flávio Paulo Meurer. Petrópolis - RJ: Vozes, 1997.
GADAMER, Hans-Goeorg. Verdade e Método II: complementos e índice. Trad. Ênio Paulo Giachini. Rev. Márcia Sá Cavalcante-Schuback. Petrópolis - RJ: Vozes, 2002.
NUNES, Ana. A Educação Estética de Schiller na Contemporaneidade: o uso da Arte para uma Educação Moral. Dissertação (Mestrado de Filosofia) – Faculdade de Letras de Lisboa, 2013.
SCHILLER, Friedrich. A educação estética do homem. Trad. Roberto Schwarz e Márcio Suzuki. 4. ed. São Paulo/SP: Editora Iluminuras LTDA, 2002.
SCHILLER, Friedrich. Cultura estética e liberdade. Organização e tradução de Ricardo Barbosa. São Paulo: Hedra, 2009.
SCHILLER, Friedrich. O século das luzes e a revolução – Carta ao Duque Friedrich Christian de Augustenberg (1793). In: Literatura Alemã, Textos e Contextos – Volume I (1700-1900). Selecção, tradução, introdução e notas de João Barrento. Editoral Presença, 1989.
SCHILLER, Friedrich. Fragmento das Preleções sobre Estética do Semestre de Inverno de 1792-93. Trad. Ricardo Barbosa. Belo Horizonte: UFMG, 2004.
SENNA, Sabrina Paradizzo. Schiller: a relação entre arte e Estado nas cartas de educação estética. Aurora: revista de arte, mídia e política. São Paulo, v.10, n.28, p. 163-176, fev./mai., 2017.
SILVA, Maria Luísa Portocarrero. Conceitos Fundamentais de Hermenêutica Filosófica. Coimbra, 2010.
SOUSA, Selmy Menezes de. Cultura Estética em Friedrich Schiller. Kínesis. Vol. X, n° 25, dezembro 2018, p.25-39.
SUZUKI, Márcio. O belo como imperativo. In: SCHILLER, Friedrich. A educação estética do homem. Trad. Roberto Schwarz e Márcio Suzuki. 4ª. ed. Editora Iluminuras LTDA: São Paulo/SP, 2002.
WEBERMAN, David. Reconciling Gadamer’s non-intentionalism with Standard conversational goals. In: The Philosophical Forum. v. XXX, n.4, p. 317, dez/1999, tradução minha.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Joao Caetano Linhares; Bartolomeu dos Santos Costa

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Autores/as que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
1) Autores/as mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista;
2) Os/As autores/as não serão remunerados pela publicação de trabalhos na revista;
3) Além disso, os conteúdos publicados são de inteira e exclusiva responsabilidade dos/as autores/as, ainda que reservado aos editores o direito de proceder a ajustes textuais e de adequação às normas da publicação;
4) Autores/as têm permissão e são estimulados a divulgar seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal), já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).
Direitos autorais 2020 Barricadas: Revista de Filosofia e Interdisciplinaridade.

Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons 4.0 Internacional.