Entre o Silêncio e a Gramática do Direito
a repetição do repertório de violências
DOI :
https://doi.org/10.18764/2178-2865v30nEPe30313Mots-clés :
Violências, Modos de resistências, Silêncio, Quilombos, TerreirosRésumé
O artigo apresenta a encruzilhada de narrativas de resistências diante do avanço dos grandes empreendimentos no Maranhão, como portos, projetos imobiliários e expansão de estradas, tem atingido de forma direta corpos e territórios negros. Propõe refletir sobre como a repetição desse modelo institucional interfere no reconhecimento e no modo de viver dessas comunidades. A discussão toma como ponto de partida narrativas empíricas, visando produzir uma reflexão sobre os povos de terreiro e quilombolas impactados por esses empreendimentos. A metodologia qualitativa baseia-se em estudos de caso, entrevistas e escrevivências, considerando as formas pelas quais esses povos produzem sentidos à vida. Nesse sentido, a análise orienta-se para o reconhecimento das estratégias de repetição e para as forças políticas de resistências
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REVISTA DE POLÍTICAS PÚBLICAS
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