Entre o Silêncio e a Gramática do Direito

a repetição do repertório de violências

Auteurs-es

  • Luciana Railza Cunha Alves
  • Cíndia Brustolin
  • Dayanne da Silva Santos
  • Davi Pereira Junior

DOI :

https://doi.org/10.18764/2178-2865v30nEPe30313

Mots-clés :

Violências, Modos de resistências, Silêncio, Quilombos, Terreiros

Résumé

O artigo apresenta a encruzilhada de narrativas de resistências diante do avanço dos grandes empreendimentos no Maranhão, como portos, projetos imobiliários e expansão de estradas, tem atingido de forma direta corpos e territórios negros. Propõe refletir sobre como a repetição desse modelo institucional interfere no reconhecimento e no modo de viver dessas comunidades. A discussão toma como ponto de partida narrativas empíricas, visando produzir uma reflexão sobre os povos de terreiro e quilombolas impactados por esses empreendimentos. A metodologia qualitativa baseia-se em estudos de caso, entrevistas e escrevivências, considerando as formas pelas quais esses povos produzem sentidos à vida. Nesse sentido, a análise orienta-se para o reconhecimento das estratégias de repetição e para as forças políticas de resistências

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Publié-e

2026-10-07

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ALVES, Luciana Railza Cunha; BRUSTOLIN, Cíndia; SANTOS, Dayanne da Silva; PEREIRA JUNIOR, Davi. Entre o Silêncio e a Gramática do Direito: a repetição do repertório de violências . Revista de Políticas Públicas, São Luís, v. 30, n. Especial, p. 339–357, 2026. DOI: 10.18764/2178-2865v30nEPe30313. Disponível em: https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/rppublica/article/view/30313. Acesso em: 10 oct. 2026.