Disputas narrativas e remix no TikTok:

os vídeos de Nikolas Ferreira e Erika Hilton sobre a “crise do Pix”

Autori

DOI:

https://doi.org/10.18764/cambiassu_v.21,n.37,jul-dez.,2026_28560

Parole chiave:

Remix, comunicação, mídias digitais, cultura participativa, desinformação.

Abstract

Este artigo investiga o remix como uma peça comunicacional que se destaca pela montagem e combinação de mídias, ressignificando conteúdos a partir da lógica das redes sociais, com foco na plataforma TikTok. A pesquisa analisa o caso da “crise do Pix”, marcada por confrontos entre parlamentares como Nikolas Ferreira (Partido Liberal - PL) e Erika Hilton (Partido Socialismo e Liberdade - PSOL), cujas declarações impulsionaram a criação de vídeos remixados. Foram selecionados sete vídeos, analisados quanto às suas características de edição e intencionalidade discursiva, observando as representações contrastantes com as mídias originais. A análise revelou que as estratégias narrativas por trás do remix se tornam evidentes na escolha e combinação de imagens, áudios e vídeos com o objetivo do criador. A pesquisa conclui que o remix redefine os papéis de produtor e espectador, promovendo uma cultura participativa e descentralizada, consolidando-se como uma ferramenta estratégica na circulação de discursos no ambiente digital.

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Biografie autore

Marcus de Arruda Marinho, Universidade Federal do Maranhão – Imperatriz

Jornalista pela Universidade Federal do Maranhão - UFMA (2023), mestrando em Comunicação pelo PPGCom - UFMA no qual é bolsista CAPES. Pós-graduando em Comunicação e Marketing pela PUC Minas, tem interesse por estudos na área da comunicação visual e mídias digitais, e atualmente atua como técnico institucional do programa de pós-graduação em Letras da UEMASUL, na produção de mídias e assessoria do Mestrado em Letras.

Marcelli Alves da Silva, Universidade Federal do Maranhão – Imperatriz

Doutora em Comunicação (Jornalismo e Sociedade) pela Universidade de Brasília, UnB. É professora adjunta da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e professora titular do mestrado em Comunicação na mesma instituição. Possui graduação em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (1999), especialização em Imagem e Som (2002, UFMS), Mestrado em Produção e Gestão Agroindustrial (2005, Uniderp ) e Especialização em Gestão de Negócios de IES (Universidade Estácio de Sá do Rio de Janeiro, 2008) 

 

Thaisa Cristina Bueno, Universidade Federal do Maranhão – Imperatriz

Professora associada no Curso de Jornalismo da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) em Imperatriz desde 2010. Docente permanente do Mestrado em Comunicação na mesma instituição. Pesquisadora formada em Jornalismo pela UFMS, possui doutorado em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2015) e Mestrado em Letras pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (2007). Coordena o Grupo de Pesquisa Espelho (www.grupoespelho.ufma.br) e integra o Grupo de Pesquisa em Ciberjornalismo, numa parceria entre a UFMA e a UFMS. A pesquisadora é Bolsista de Apoio à Difusão do Conhecimento do CNPq - Nível 1B, desde junho de 2025.

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Pubblicato

2026-09-25

Come citare

DE ARRUDA MARINHO, Marcus; ALVES DA SILVA, Marcelli; CRISTINA BUENO, Thaisa. Disputas narrativas e remix no TikTok:: os vídeos de Nikolas Ferreira e Erika Hilton sobre a “crise do Pix”. Cambiassu: Estudos em Comunicação, São Luís, v. 21, n. 37, p. 127–148, 2026. DOI: 10.18764/cambiassu_v.21,n.37,jul-dez.,2026_28560. Disponível em: https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/cambiassu/article/view/28560. Acesso em: 25 set. 2026.

Fascicolo

Sezione

Artigos