A FACE OCULTA DA MODERNIDADE: colonialidade, raça e racismo na América Latina

Autori

  • Bianca França

DOI:

https://doi.org/10.18764/2178-2865.v28n1.2024.3

Parole chiave:

Modernidade, colonidade, raça, interseccionalidade, América Latina

Abstract

O intento do presente trabalho é compreender, através de pesquisa teórica, como a colonialidade se funda na ideia de raça e de racismo e é coetânea a emergência da modernidade (século XV ao XVII), do capitalismo, da ideia de classe e do patriarcado. Com o advento desse grande período, se inicia o enfrentamento de um outro radical, o americano. Ou seja, esses aspectos são estruturais, interseccionais e inauguraram o sistema mundo capitalista com a chegada dos ibéricos na América, se constituindo como um projeto de dominação, de exploração, de inferiorização e de desumanização. Todo esse cenário criou uma conjuntura de desigualdade étnico-racial e pode encontrar na interseccionalidade um projeto de renovação epistemológica.

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Biografia autore

Bianca França

Bacharela e licenciada em Ciências Sociais/Sociologia (UFMG). Doutoranda em Antropologia Social. Mestra em Antropologia Social. Especialista em Estudos Afro-Latinoamericanos e Caribenhos (Clacso).

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Pubblicato

2024-07-29

Come citare

FRANÇA, Bianca. A FACE OCULTA DA MODERNIDADE: colonialidade, raça e racismo na América Latina. Revista de Políticas Públicas, São Luís, v. 28, n. 1, p. 52–72, 2024. DOI: 10.18764/2178-2865.v28n1.2024.3. Disponível em: https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/rppublica/article/view/23961. Acesso em: 22 mag. 2026.