O modelo de graus de estranheza de Bernhard Waldenfels, a exemplo de “Shakespeare no meio do mato”

Autores

  • Fernando Martins de Toledo Technische Universität Dortmund

Palavras-chave:

Bernhard Waldenfels. Graus de estranheza. Fremdheit. Alteridade.

Resumo

Em uma discussão acerca do estranho e próprio, o presente artigo se ocupa com a classificação proposta pelo filósofo Bernhard Waldenfels (1999) de graus de estranheza. Segundo ele, a estranheza é definida a partir de sua inacessibilidade, que igualmente se manifesta de diferentes formas. Apesar de ilustre nos estudos fenomenológicos contemporâneos da Alemanha, sua obra é minimamente abordada nos círculos acadêmicos brasileiros. Além de uma breve discussão sobre o papel do Eu e do Outro, pretende-se apresentar um recorte dos estudos de Walfendels sobre a alteridade, porém de uma forma ilustrativa. Para isso, será utilizada a narrativa “Shakespeare no meio do mato”, de Laura Bohannan, de modo a exemplificar os graus de estranheza propostos por Waldenfels. A bibliografia utilizada é composta de textos em português e em alemão, tendo estes últimos sido traduzidos para o português e o original indicado em notas de rodapé, de modo a alimentar a discussão.

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Biografia do Autor

Fernando Martins de Toledo, Technische Universität Dortmund

Bacharel em Letras (Português/Alemão) e mestre em Estudos da Tradução pela Universidade de São Paulo. Atualmente doutorando no programa de Estudos Germanísticos (Germanistik) da Technische Universität Dortmund (Alemanha). Foco de pesquisa: tradução, literaturas comparadas e processos culturais.

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Publicado

2017-12-30

Como Citar

de Toledo, F. M. (2017). O modelo de graus de estranheza de Bernhard Waldenfels, a exemplo de “Shakespeare no meio do mato”. Revista Interdisciplinar Em Cultura E Sociedade, 3(2), 85–96. Recuperado de https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/ricultsociedade/article/view/8140

Edição

Seção

Artigos