Brasil-Colômbia: Fronteiras imaginadas, relatos inconclusos

Autori

Parole chiave:

La vorágine (1924), populações indígenas, injustiça social, denúncia ambiental, fronteira Brasil–Colômbia

Abstract

Partindo de La vorágine (1924), de José Eustasio Rivera, o texto relembra a “febre da borracha” como um regime de servidão, violência e miséria imposto a seringueiros e populações indígenas na Amazônia, articulado por elites locais e interesses estrangeiros. A obra é lida também como denúncia ambiental precoce, ao expor desmatamento, caça ilegal e poluição dos rios. Em seguida, o artigo desloca o debate para o presente: a Amazônia, crucial na crise climática, tornou-se um eixo geopolítico global. A fronteira Brasil–Colômbia aparece como “imaginada” e porosa, marcada por circulações culturais binacionais, mas também por crime organizado e narcotráfico. Contra novas “febres” extrativistas (ouro, pecuária, agroindústria), destacam-se iniciativas de cooperação regional e a meta de desmatamento zero até 2030, colocando a preservação amazônica como condição de sobrevivência humana.

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Pubblicato

2026-06-30

Come citare

Montoya, A. M. (2026). Brasil-Colômbia: Fronteiras imaginadas, relatos inconclusos. Revista Iluminus, 1(3), 1–4. Recuperato da https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/iluminus/article/view/29803

Fascicolo

Sezione

Seção 1: Brasil, reinventando o imaginário