Resistência afroindígena através da literatura
Mots-clés :
resistência afroindígena, literatura, memória, contra-arquivo, racismo estruturalRésumé
O artigo aborda a resistência afroindígena na América Latina através da literatura como tecnologia ética de memória e contra-arquivo. A partir de Las estrellas son negras (1949), de Arnoldo Palacios, mostra como a escrita transforma dor coletiva em forma e denúncia do racismo estrutural e do abandono estatal. Em diálogo com o Brasil, destaca literaturas afro-brasileira e indígena como disputa do relato nacional, reinscrição da oralidade e defesa do território. Enfatiza a memória contra o apagamento e a “superabundância” que produz esquecimento (Todorov).
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Références
BEAUVOIR, Simone. Pour une morale de l’ambiguïté. Paris: Gallimard, 1947.
PALACIOS, Arnoldo. "Chocó, país exótico". Sábado. Semanario al servicio de la nación. Bogotá, Vol. V, No. 194, 16 de agosto de 1947.
PALACIOS, Arnoldo. Las estrellas son negras/Les étoiles sont noires. Éditions El Círculo, Paris, 2024.
SARTRE, Jean-Paul. Qu’est-ce que la littérature? Paris: Gallimard, 1985. (Idées, 58).
TODOROV, Tzvetan. Les abus de la mémoire. Paris: Arléa, 1998.
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