“A gente produz para comer, o excedente que a gente vende...”: rede(s) de agroecologia como ação pública territorial na Amazônia brasileira

Autori

DOI:

https://doi.org/10.18764/2236-9473v22n1e25900

Parole chiave:

Opção agroecológica, Ação pública, Camponeses, Territórios de vida, Ecologia política

Abstract

Neste texto são discutidos aprendizados e contradições de uma “opção agroecológica” como ação pública territorial no Baixo Tocantins, mesorregião do nordeste paraense. A análise de referencial empírico, apoiada em contribuições de uma ecologia política decolonial, revelou um importante exercício de mobilização e politização na ação coletiva acionada por camponeses como estratégia de gestão socioambiental em defesa de seus territórios de vida. A Rede Jirau de Agroecologia, objeto desta análise, sintetiza um processo de incidência na arena pública cujo efeito aponta para a possibilidade de renovação dos mecanismos de participação sociopolítica e governança territorial. Com efeito, trata-se de uma dinâmica, em grande
medida, conformada ao paradigma do desenvolvimento, embora o questione.  

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Pubblicato

2025-02-28

Come citare

ARAÚJO, Isaac Fonseca. “A gente produz para comer, o excedente que a gente vende...”: rede(s) de agroecologia como ação pública territorial na Amazônia brasileira. Revista Pós Ciências Sociais, São Luís, v. 22, n. 1, p. 59–84, 2025. DOI: 10.18764/2236-9473v22n1e25900. Disponível em: https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/rpcsoc/article/view/25900. Acesso em: 29 apr. 2026.

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