FELICIDAD MARITAL
DOI:
https://doi.org/10.18764/2595-9549v9n19e25313Palabras clave:
Felicidad conyugal, Escenas de una boda, Ingmar Bergman, Existencia, LibertadResumen
Este estudio explora diferentes perspectivas e interpretaciones de la felicidad conyugal, utilizando como referencia el análisis del libro y miniserie Escenas de un matrimonio de Ingmar Bergman. El objetivo es comprender la evolución de la concepción de felicidad conyugal a lo largo de diferentes periodos históricos y cómo se puede interpretar este concepto a través del análisis de la relación entre los protagonistas Johan y Marianne. Además, se examina cómo la evolución de la historia de esta pareja, retratada como feliz, influyó en sus formas de existencia. La investigación se clasifica como básica, con enfoque cualitativo, siguiendo los principios metodológicos de la investigación fenomenológica - hermenéutica: reconstrucción, destrucción y construcción del fenómeno. Se realizó una revisión de la literatura, utilizando fuentes variadas, como libros, artículos y tesis en lengua portuguesa y extranjera, que abordan las diferentes concepciones de felicidad y conyugalidad. Este enfoque apoyó la discusión sobre la felicidad conyugal, conectándola con la obra en cuestión. Luego de presentar las bases teóricas, el análisis de la obra se realizó desde dos perspectivas diferentes: una basada en criterios establecidos por la literatura clásica y otra a través de un enfoque existencialista. En conclusión, se destaca que la felicidad conyugal abarca la libertad individual de cada cónyuge en la construcción de su propio significado, además, se revela como un concepto profundamente complejo y continúa siendo un campo abierto a la exploración en los tiempos de espera de existencia.
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